Quer trabalhar no offshore? Perfuração

sáb, nov 19, 2011, 43.281 views

Destaques, Emprego, Fotos, Lá Fora, Petróleo e Gás, Tecnologia  

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por Erik Azevedo

Fique conhecendo através desta matéria o que marítimos podem realizar nas unidades de perfuração marítimas, as sondas.

- Demos uma repaginada neste artigo, pois atualizações já ocorreram neste setor no Brasil que é muito dinâmico.

Este artigo surge baseado em outro antigo já publicado neste blog, postado por nossa amiga 2OM Marília  Carmo.

Entre a variedade de embarcações que trabalham na costa, especialmente para a indústria do petróleo, temos em destaque as sondas, que são plataformas de perfuração ou navios sonda.

Uma sonda de 6ª geração

É com a perfuração, que tudo realmente inicia de fato relativo à exploração do "ouro negro", no mar. Obvio que antes,  foi realizada a sísmica, e outras pesquisas geológicas feitas por embarcações especializadas, porem já definida a locação, a unidade de perfuração chega ao local e começa de imediato a "perfurar". Dentro da a equipe do Blog, temos um amigo, que entende bem a fundo todo o processo envolvido com o serviço de perfuração, que é o CLC Robson Freire, que atualmente é Capitão de uma SS (plataforma tipo semi-submersível).

As SS's podem ser de 2 tipos:

-As SS ancoradas

Semi Submersivel ancorada da ODECO atual Diamond Offshore, a Ocean Guardian durante reboque.

E as SS, posicionadas dinamicamente, ou simplesmente:

SS-DP

Sonda DP com propulsão própria Maersk Developer

Ainda há as sondas auto eleváveis, ou jack up, que são como barcaças sem propulsão que possuem pernas que elevam a mesma, porem são operadas em águas bem mais rasas.

Jack up, ou auto elevável

Plataforma Auto elevatória - Maersk Innovator, durante reboque, foto Pawel

Navio Sonda

A sigla NS, que quer dizer "navio sonda", estes são navios apropriados para construção de poços de petróleo no mar, a grande maioria dos NS, são navios também posicionados dinamicamente, então no fundo tanto as SS, quanto as Jack up e NS, realizam o mesmo tipo de trabalho, porem com capacidades bem diferentes e performasses diversificadas.


Voltando aos NS, estes são navios desenvolvidos para operar em condições extremas, atualmente há navios sonda de 6ª geração, bem como as SS-DP, também com performasse similar, mas a diferença entre ambos é o fato de um ser navio, e o outro ser uma plataforma flutuante semi submersível, mas com propulsão própria.

Um grande navio sonda de 5ª geração (Drilling ship -Jack Ryan)

O MODU Code

Esta convenção surge da necessidade de padronizar a construção de unidades marítimas e certificar a força de trabalho empregada nos diversos tipos de sonda, pois um NS, quando não navegando, não passa de uma unidade industrial flutuante, bem esta é a mentalidade que impera na industria do petróleo, e seus "tripulantes", encarados como "petroleiros".

"Mr Charlie" foi a primeira plataforma de perfuração, capaz de ser transportada de uma locação a outra, era do tipo submersível, para águas bem rasas, isso em 1954.

As coisas no ramo da perfuração começaram empiricamente, e sabe se que no mar, tudo teve inicio em maior escala, nos anos 30, primeiro na costa da Califórnia, e depois no Delta do Rio Mississípi, com plataformas bem rústicas do tipo submersíveis, como a Mr.Charlie* (anos 50), plataformas como esta, foram projetadas pela própria empresa de perfuração, tudo era adaptado de terra, para o mar, e logo a tripulação, não passava de cowboys, as acomodações eram de madeira, aquilo não era nem de longe comparado ao que são hoje as modernas SS-DP. Apesar de nem sonhar em ainda existir o STCW Code, logo o trabalho em plataformas de perfuração, seria encarado apenas como uma continuação do trabalho de perfuração em terra. Não criando uma mentalidade marítima, pois aquilo não era considerado uma embarcação, e que dirá navio. É por isso que a "sonda", é o centro das atenções da companhia, logo as outras atividades em torno dela, são encaradas em segundo plano. O profissional do mar, ficou de fora no nascimento da industria do petróleo no mar, por isso que em sondas, muitas das operações que deveriam ser executadas apenas por "gente do mar",  foram se tornando atividades corriqueiras do pessoal operacional, os marítimos foram ficando cada vez mais distantes destas estranhas estruturas flutuantes.

Nos anos 60 foram surgindo as Drilling Barge - auto eleváveis, tipos como estas eram muito comuns na região do Golfo.

-Mecânicos de terra, fazem o serviço que seriam dos maquinistas, condutores, e marinheiros de máquinas.

-Homens de área (roustabout), trabalham com movimentação de carga e estivagem e conservação, isso poderia ser feito por moços ou marinheiros aux. de convés.

-Parte da supervisão técnica, como até a parte da segurança do trabalho e patrimonial, poderia muito bem ser feita por pilotos (ON), bem como o lastro, e supervisão de convés, muitas vezes é feita por um capataz, chamado de deck pusher, quem conhece a atividade à fundo entende bem como funciona esta estrutura bem estranha para um marítimo normal.

Plataforma tipo Jack up, posicionada em operação

Um modelo de uma antiga SS ancorada.

Mesmo com a adaptação de torres de perfuração em cascos de navios no inicio dos anos 60, surgindo então a 1ª geração de NS, a atividade continua basicamente industrial, dirigida não pelo Capitão do navio mas sim pelo OIM (offshore installation manager). Constantes acidentes de grande monta ocorriam em sucessão, as operações de perfuração foram migrando para regiões cada vez mais inóspitas e águas mais profundas. Nasce então a nova fronteira da exploração no mar, a região do Mar do Norte na primeira metade dos anos 60, e com isso a necessidade de usar cada vez mais navios sonda, e SS ancoradas de grande porte. Foi nesta região que mudanças começaram a ocorrer timidamente, com a contratação lenta mas gradual de gente com qualidade marinheira, primeiro vieram os pescadores, e mais à frente, tripulantes de navios cargueiros.

O grave acidente com a Sonda Alexander L. Kielland, forçou mudanças na indústria do petróleo.

Mas ainda continuava a ser um território dos petroleiros, mas só que no habitat marinho.

O terrivel acidente com a SS Deepwater Horizon, coloca mais uma vez em xeque a fragil cadeia de comando graças ao MODU Code, que permite uma grande flexibilidade nas contratações.

IMO e Port State

Mais ha frente e tardiamente surge o SOLAS da atividade de perfuração o MODU - Code (Code for the Construction and Equipment of Mobile Offshore Drilling Units), somente em 1979.

Segundo o site da CCA - IMO (vale lembrar que a CCA  que é a Comissão Coordenadora dos Assuntos da IMO [no Brasil], estão muito ocupados, e por isso - ainda não traduziram - o código para a língua portuguesa, código esse aprimorado desde 1989).

-Código para Construção e aparelhamento de Unidades Móveis de Perfuração Marítima

Propósito: Estabelecer um padrão internacional para as Unidades Móveis de Perfuração Marítima que facilite a movimentação internacional e a operação destas unidades e assegure um nível de segurança para elas equivalente ao dado pela SOLAS e pela “Load Lines” aos navios convencionais engajados em viagens internacionais.

Situação Internacional: Código de emprego não obrigatório.

Existem duas versões para o Código:


- a primeira versão, “1979 MODU Code”, adotada pela Resolução A.414(XI), aplica-se às plataformas construídas entre 31/12/81 e 01/05/91.
- a segunda versão, “1989 MODU Code” foi adotado pela Resolução A.649(16), aplica-se às plataformas construídas após 01/05/1991.

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Então continuamos ainda  em terra de cego, em que, quem tem apenas um só olho é rei, e quem administra a CCA-IMO no Brasil é nada mais nada menos do que o comando da Marinha de Guerra.

Vamos ao que interessa então, qual a relação do MODU Code, com o trabalhador marítimo? Expliquei mais acima, como isto surge, na verdade, não foi a industria do petróleo quem mudou e se tornou marítima, e sim a IMO, quem foi maleável e flexibilizou as normas, criando uma convenção própria para a atividade. É verdade que a industria do petróleo sempre foi avessa á regulamentação e controle externo, então como o braço da perfuração que é um dos mais fortes, na indústria do petróleo, não poderia ser diferente.

Ex Peregrine 3, atual Aban Abraham (Etesco), um dos muitos navios sonda de 4ª geração, classe Pelican IHC

Com o MODU Code, todo pessoal de terra que embarca nestas unidades recebe certificados de qualificação em regras de equivalência ao que temos no STCW, por exemplo, existe o Barge Master ( que seria o Capitão), o Encarregado de Manutenção Geral (que seria a função do Chefe de Máquinas), logo parte deste pessoal de terra, recebe certificação para poder operar estas unidades, não abrindo então estas posições para marítimos experimentados no mar.

Como disse acima, com o desenvolvimento das atividades na região do Mar do Norte e Mar da Noruega, à voga começa a mudar à favor  do marítimo, pois estas regiões bem mais inóspitas para os "caipiras" dos pântanos da Louisiana, a vida marinheira faz toda uma diferença. Por isso basicamente temos dois tipos de industria do petróleo, a do Golfo do México, e a do Mar do Norte (Não mencionei aqui o resto do mundo, pois é uma bagunça generalizada, como na Ásia nos anos 70 e África).

SS tipo ancorada durante reboque

Porem apesar de hoje em dia o marítimo estar conquistando seu lugar a bordo das sondas, muitas posições ainda são muito flexíveis, graças ao MODU Code, por exemplo, existe o A/B Modu, o que seria um Marinheiro de Plataforma, por isso é muito comum, você marítimo que é certificado, e navegado, ouvir os colegas da sonda, dizerem que possuem uma carteira do Panamá ou Bahamas, tirada num cursinho relâmpago, ou até mesmo entregue a bordo sem qualquer curso ou treinamento, o mesmo se da com supervisores, como Tool Pusher, ou até mesmo o OIM, que não são marítimos, bem como toda a equipe da sonda, e o pessoal da manutenção, como eletricistas, mecânicos, e todo pessoal do convés (movimentação de carga).

Conhecendo as funções

A bordo de uma sonda, seja ela SS, Jack up, ou NS, as funções são basicamente as mesmas, e em quase todas as empresas, tudo gira em torno da atividade fim: Perfuração, os demais são "staff", como disse um conhecido Rig Manager (gerente em terra). Os departamentos são eles, Perfuração, Manutenção( Engine [máquinas e elétrica]), Subsea, Segurança, Movimentação de Carga (ou deck), Marine (ou marinha ou marítimos), e Catering (hotelaria marítima).

Vou apenas me ater as funções que podem ser muito bem ser exercidas por marítimos, claro que descartando a área de perfuração, que é bem peculiar.

No topo desta estrutura organizacional existe a figura do OIM, que seria o Superintende de Sonda, todos até hoje que vi em sonda são provenientes da área de perfuração, este figura geralmente esta acima do Capitão,  que por sua vez em muitas empresas de perfuração é apenas um supervisor do  departamento de convés, bem como o Chefe de Máquinas, é limitado à praça de máquinas.

Na Perfuração temos:

Uma SS e um NS de 6ª geração da Transocean

Tool Pusher = Supervisor de Sonda ou capataz de sonda (há empresas que insistem em contratar engenheiros para esta função técnica).

Driller e assistentes = Sondador é o cara que perfura, fica na dog house.

Derrick man e assistentes = É o torrista, da qual lidera a equipe na sonda.

Pump man = Cuida de bombear e preparar os fluídos de perfuração e ativos, sob a supervisão do torrista.

Floorman = Plataformista, é o famoso peão de sonda, faz tudo na sonda, grande maioria destes começaram como Homens de Área, porem este é o primeiro degrau até chegar à OIM.

Manutenção:

Superintendente de Manutenção= Na maioria das vezes são técnicos, raramente um engenheiro, e quase nunca um OSM, ou maquinista, mas para ocupar esta posição é necessário apenas um certificado MODU.

Supervisor da Elétrica = A mesma coisa, com o supervisor dele acima, são técnicos, que ocupam esta posição com um certificado padrão MODU.

Supervisor da Mecânica = Como os demais acima, é um técnico ou tecnólogo com certificado MODU.

Rig Mechanic = Mecânicos de sonda, ou mecânico geral, aonde quebrar ele vai.

Eletricistas= Todos que vi até hoje em sondas não eram marítimos.

Eletrônicos= São técnicos em eletrônica

Caso seja um navio sonda teríamos ainda:

Supervisor de praça de máquinas = OSM, porem subordinado em muitos casos pelo Superintendente de Manutenção, isso que não entendo o Chefe subordinado à um técnico.

Operador de sala de controle = Na verdade é um outro nome para os maquinistas, mas já vi em alguns navios sonda, mecânicos ocupado estas funções com o nome de operadores de facilidades (como é em FPSO).

MotormanIsso é um caso à parte - pois muitos não são marítimos, claro que no cartão de lotação exigem pelo menos um  MNM, e mesmo assim alguns técnicos exercem as funções dos OM's como operadores de "control room".

Subsea:

Um BOP- Blow out Preventer

Eng. Subsea = Não é necessariamente um engenheiro formado, e sim provavelmente o mais safo dos técnicos.

Subsea Senior= É o profissional encarregado de fazer todo o equipamento submarino da sonda funcionar, trabalham diretamente com o pessoal da sonda, pois toda a segurança do poço depende do bom desempenho destes profissionais, são os responsáveis pelo BOP - Blow Out Preventer.

Subsea e assistentes = É o pessoal mão na massa, é o sonho de muitos plataformistas.

Segurança:

Supervisor = Já conheci piloto como supervisor nesta área, mas a grande maioria são técnicos em segurança.

Técnico em Segurança do Trabalho  e Treinamentos = Já diz tudo.

Movimentação de Carga:

Deck Pusher = Supervisor de convés ou um capataz de convés, muito raramente se vê um Marinheiro, ou CTR, ou MCB ocupando esta posição.

Guindasteiros = Opera guindastes e guinchos, grande maioria começou como homem de área e nunca foi marítimo, ainda chamam cabo de corda em navio.

Roustabout = Homens de Área, serviços gerais no convés, poderiam muito bem ser funções reserva de mercado para os Marinheiros Auxiliares, e MOC, porem muitos Homens de Área, recebem carta A/B MODU, e se julgam marinheiros (Abre o olho DPC).

Marine (é assim que chamam os marítimos):

Master = Dependendo da unidade, alguns não são bem marítimos, graças ao MODU Code, cursos rápidos habilitam  Operadores de Lastro  em Barge Master.

DPO's= Ocorre o mesmo com os Operadores de Posicionamento Dinâmico, e seus assistentes, muitos não são marítimos.

BCO=Operadores de Lastro, muitos destes também não são marítimos, vários começaram como Radio Operadores.

Bosun = CTR ou MCB, e também nada impede que um Marinheiro possa ser, porem no MODU Code, é possível qualquer um ser "habilitado" como tal.

A/B = Marinheiro de Convés, no MODU Code é possível qualquer um com a carta MODU exercer a função, mesmo chamando cabo de corda.

Não mencionei aqui o Imediato, pois geralmente só encontramos em Navios Sonda, mas seria mais uma espécie de Supervisor do setor marítimo.

Atualmente o mercado de trabalho na perfuração esta bem aquecido, falando por experiencia própria ele já esta aquecido desde antes, do boom na industria marítima mundial, tem faltado pessoal para as diversas funções especializadas, como Sondador, Tool Pusher, Torrista, Subsea (esta então sempre foi carente), guindasteiro, BCO, DPO, Imediato de sonda, Barge/Capitão de sonda, e até OIM.

Devido a isto muitos terrestres vem ocupando as funções que deveriam ser por direito apenas exercidas por marítimos.

NS Petrobras 10000, navio de 6ª geração operado pela Transocean na África, foto Richard Shipspotting

Isto ocorre porque o sistema  de carreira nestas empresas, é muito flexível, pois o terrestre não depende de uma organização militar (MB) e nem de uma convenção internacional, para regular em quanto tempo ele pode ser promovido, logo é filosofia de algumas grandes empresas de perfuração, já estimular o "operário", há buscar sua própria qualificação e com isso ser promovido rapidamente, portanto é comum em menos de 10 anos um roustabout, conseguir chegar até driller por exemplo, nesta indústria o natural é ocorrer promoções a cada 2 anos no máximo, é muito comum o sujeito pular de guindasteiro à torrista por exemplo, ou um mecânico, passar à subsea (uma das carreiras mais almejadas).

Salários

O nível salarial nos serviços de perfuração é bem elevado se comparado à nós marítimos por exemplo que precisamos estudar, nos qualificar e passar por processos de treinamentos, pois o pessoal da perfuração, não necessita estudar tanto assim, claro que há exceções, pois algumas empresas possuem programas para engenheiros trainee, porem há uma tremenda dificuldade em reter estes profissionais, mesmo com o atrativo salario e acessão relâmpago na carreira, o trabalho é mais pesado e demanda uma dose de talento.

Atualmente há uma demanda para novas sondas jamais vista no Brasil e no mundo, pois não é somente aqui que temos exploração em larga escala, além do Brasil, no Mar da China, e Austrália, e agora Angola, tem despontado como locais em franca expansão para as empresas de perfuração.

Uma Semi submersivel DP, de ultima geração.

Porem  Brasil em breve deve ultrapassar o Golfo do México (EUA), em quantidade de sondas em operação, somente a Petrobras firmou contrato para 28 novas sondas de ultima geração à serem construídas no Brasil, porem nenhuma ainda começou a ser construída. As que estamos vendo chegar, de empresas nacionais, e estrangeiras, já eram unidades esperadas desde 2007, e estavam encomendadas nos estaleiros na Coreia do Sul, China, Singapura, Japão, e Abu Dabi.

Segundo dados somente a Petrobras pretende operar até 2017 um total de 63 unidades de perfuração, entre SS e NS. Não menciono aqui as sondas que já operam para OSX, e demais companhias internacionais como a Shell, Exxon, Devon, Statoil, ENI, e outras mais, que operam no Brasil. Hoje os preços com afretamento de sondas estão nas alturas (chegou à 1 milhão de dolares dia o afretamento de um NS ultra deep water em 2010).

SS Amazonia - Mais uma nova sonda da Schahin -Foto: Erik Azevedo

"Quando assinamos os contratos de concessão da quinta rodada, em 2004, era factível atingir 51% de conteúdo local na perfuração porque o cenário era bem diferente", afirmou o diretor da Anardarko, Claúdio de Araújo. De lá para cá, lembrou o executivo, o preço de afretamento das sondas de perfuração para áreas marítimas, importadas, disparou cerca de 300%.
Alugar uma sonda importada para perfurar poços em mar pode custar de US$ 300 mil ( SS ancoradas e Jack up) a US$ 1 milhão por dia (SS -DP ultra deepwater e NS Ultra deepwater).

É por isso que os salários estão em alta, e hoje em dia nas grandes empresas de perfuração, os salários tem acompanhado este aumento das taxas de afretamento, por isso muito "peão" de perfuração tem salários ao nível dos oficiais marítimos que estão as vezes na mesma unidade.

Navio Sonda - Saipem 12000, em acabamento na Coreia do Sul, foto: gCaptain

Empresas

Hoje temos uma variedade grande de empresas, tanto as internacionais quanto as nacionais, podemos destacar aqui algumas:

Internacionais:

Transocean Inc. - Maior empresa de perfuração do mundo.

Noble Corp. - No Brasil esta maior parte da frota dos navios sonda Noble, e atualmente a segunda maior do mundo (59 sondas) após aquisição da Frontier Drilling.

Diamond Offshore - No Brasil se chama Brasdril, terceira maior do mundo (48 unidades).

ENSCO/Pride - Em franca expansão no Brasil, a ENSCO se funde com a Pride, a mesma deixa de existir, ficando apenas a ENSCO que hoje está no Brasil por causa da Pride.

Sevan Drilling - Tem ganhado contratos aqui.

Seadrill/Seawell - Norueguesa, possui sondas novas de ultima geração no Brasil.

Navis Drilling - Vem chegando também com novas unidades.

Stena Drilling - Também opera no Brasil, eles possuem uma frota nova.

Saipem - Ocasionalmente ela opera no Brasil.

Ocean Rig - Grupo norueguês - Mais um novo player, ganhou o mega contrato da Petrobras para 21 novas sondas à serem montadas no Brasil.

Pacific Drilling - Chegando agora no Brasil com pelo menos um navio sonda novo, e espera despontar no mercado local.


Plataforma SS DP tipo ovular da Sevan Drilling de 6ª geração

Nacionais:

Queiroz Galvão - Já opera com sondas próprias há um certo tempo se nao me engano possui 6 unidades.

Petroserve - Esta nasce de uma parceria com uma empresa holandesa de perfuração, já é velha conhecida no Brasil.

Etesco - É uma das pioneiras na perfuração entre as nacionais, desde os anos 80 com a antiga UNAP.

Odebrecht Óleo e Gás - Esta voltando com todo o gás, com novas sondas (3 NS e 5 SS novos).

Schahin- Já vem operando sondas próprias ha algum tempo, atualmente tem crescido bastante.

Delba Perfurações - Vem trazendo o SS Delba III (custou mais de 600 milhões de dólares) e mantem uma parceria com a OOG (Odebrecht).

NS Norbe VIII da Odebrecht Óleo e Gás ou OOG.

Segundo a própria Petrobras, ela promete os contratos para as novas 28 sondas para empresas nacionais de perfuração, portanto logo podemos contar com grandes empresas de perfuração nacionais num futuro não tão distante.

Ainda temos os contratos internacionais, pois a carência por pessoal experiente em sondas é mundial.


*Mr. Charlie : Foi a primeira plataforma flutuante de perfuração capaz de ser rebocada para águas desabrigadas e poder construir poços, ela foi construída de 1952 à 53, e entra em operação em 1954, para a ODECO trabalhando para a Shell Oil, ela continuou a operar por mais 32 anos, até se tornar museu e unidade de treinamento hoje pertencente a Diamond Offshore.

Matéria dedicada à RO/AB- Julianna Rossi, e ao Capitão de NS Leônidas Ferreira.





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306 Respostas para “Quer trabalhar no offshore? Perfuração”

  1. laercio santos:

    bom dia Maísa sou platafomista tenho experiencia de 2anos e 1 mes e estou disponivel para trabalhar em outro país gostaria de ter apenas uma oportunidade, tenho apenas alguns cursos basicos porém muita disposição pra trabalhar. 71 99035626

    Responder

  2. Tálisson Ramos Rúbio:

    Boa tarde,Eu sou cozinheiro formado e trabalho com a gastronomia.
    Gostaria de saber quais cursos eu tenho que fazer para ser um cozinheiro de navio ou plataformas.
    Muito grato.
    Tálisson Ramos.

    Responder

  3. denildo:

    Sou formado em seg trabalho e enfermagem do trabalho.como faco para embarcar.

    Responder

  4. Everton Feltrin:

    Sou formado Técnico em Mineração , Técnico em Mecânica qual caminho tomar
    para fazer parte…

    Responder

  5. waldevir:

    boa tarde, eu sou formado em tec de telecomunicações com registro no crea. tenho curso de elétrica industrial, comandos elétricos, NR 10, elétrica residencial, segurança em altura, EPI e EPC e mecânica pesada pelo SENAI. Sempre trabalhei na área de manutenção estou cursando inglês e gostaria de uma oportunidade. Sou proativo, determinado e gosto de trabalhar em equipe. Gostaria de uma oportunidade de trabalhar embarcado.

    Responder

  6. ADONIRAN FERREIRA:

    Sou Técnico em Segurança e Medicina do Trabalho, que faço para embarcar.

    Responder

  7. Dorgivaldo:

    Boa noite, sou CTR, com CIR atualizada, tenho os cursos de EROR, EPOR, ECIN, EPBS, ESPE, ESRS, EFNT mas não consigo um embarque nem como marinheiro de convés, tenho 49 anos, servi a marinha por 26 anos onde sai para a reserva, tenho embarque na carreira, sou radiotelegrafista cursado na marinha em 1985, alguém pode mim dizer porque nenhuma empresa mim dá uma oportunidade, pois já mandei mais de quinhentos currículo e não recebo nem respostas.

    Responder

  8. vanderlena:

    boa noite,tenho cursos preparatório para embarque,já mandei currículos para varias empresase não recebo respostas,as vezes acho que o linkedin não nos favorecê muito, pois participo dos comentários sempre que possivel.

    Responder

  9. marcio martins figueiredo:

    eu gostaria muito de trabalhar em barcado,sou formado em tec de telecomunicaçaõ tenho curso de NR10,aux de plataformista trabalhei 17 em telecomunicaçaõ,e gostaria de uma oportunidade para poder trabalhar em barcado quem poder me ajudar eu ficarei muito grato

    Responder

  10. Ricardo Luiz Lopes:

    OLA boa noite

    Sou HOMEM DE AREA gostaria muito de uma oportunidade tenho todos os cursos para embarcar, estou disposto a trabalhar em qualquer país. Gostaria muito de obter uma resposta. desde ja agradeço. obrigado

    Responder

  11. Sou tecnico de enfermagem hospitalar. Onde fazer o curso em sao paulo, valor do curso, qual salario ja trabalhando.:

    Por favor gostaria saber

    Responder

  12. ELIMARIO:

    sou marinhero proficional tenho 10 anos de esperiencia se vc quiser entre em contato dd 28 35317001 ou pelo msn elimariobroder@hotmail.com ser for da vontade de DEUS eu consigo tudo eu posso naquele que me fortalece JESUS O SALVADOR

    Responder

  13. junior:

    quanto é o salario de oficial numa plataforma da shahin

    Responder

  14. jackson figueiredo de oliveira:

    ola pessoal dessa rede bom dia . eu sou jackson eletricista
    de manutenção , offshore ,omshore, e construção de plataformas em todo o brasil, trabalhando no ramo embarcado desde 1985, pela petobras brasil e varias empresas de extrangeiros. estou no a disposição para
    qualquer empresa do ramo
    obrigado att. jackson figueiredo de liveira 75.9157.8866

    Responder

  15. mario renato de souza:

    gostaria de trabalhar naempresa multinacional de ofhore pois eu tenho salvatage e sou tec de manutençaõ industrial pois tenho experiençia em refrigeraçaõ e manuntençaõ industrial

    Responder

  16. joycelene santos:

    sou técnica em segurança do trabalho, tenho pouca experiencia, mas amo essa profissão e busco oportunidade de trabalho nesta área e gostaria que fosse noturno.

    Responder

  17. Gilmar:

    sou moço de conves gostaria muito de uma oportunidade
    de fazer parte dessa area maritima

    Responder

  18. Adelino do Nascimento:

    Bom dia;sou motormam e 3º de máquinas.
    Já trabalhei em arrastões de pesca;navios porta contentores e transporte de automoveis;navios de passageiros (paquetes);navio de pesquisa dos oceanos e navio de transporte de cimento a granel.
    Tenho cédula marítima;passaporte;quarto de máquinas;segurança básica e disponivel para trabalhar na vossa empresa.

    Responder

  19. marcos machado:

    Sou sondador offshore recem saido da Ensco do brasil e gostaria de me candidatar a uma vaga embarcado nao precisa ser de sondador serve de assist. de sondador ou torrista, meus cursos estao em dia incluindo passaporte.

    Responder

  20. miguel fontes:

    O QUE É PRESSISO PARA TRABALHAR EMBARCADO,QUAL QUER FUNÇAO.

    Responder

    • Valéria Gianini:

      Boa Tarde, em primeiro lugar fazer um curso profissionalizante, porém independente da área terá que fazer o CBSP (Curso Basico de Segurança de Plataforma) o Salvatagem e o HUET. Mais Informações (27) 8879-6836 / 3318-9779

      Responder

  21. lourenço:

    gostaria de ter uma chance,,tenho uma expereincia em muityas coisas,,q posso ajuda los e vcs me ajudarem,,conto com vcs

    Responder

  22. tayssa:

    Sou formada em Ensino médio com curso técnico de petróleo e gás ,tenho 18 anos , e queria saber como faço para trabalhar na área de offshore – perfuração em poços marítimos .

    Responder

  23. Milton:

    Sou Engenheiro Mecânico e iniciei a minha carreira detalhando projetos de plantas químicas e petroquímicas durante 5 anos na área de equipamentos e depois migrei para a área automobilística e autopeças durante 15 anos, inclusive fui Gerente de Qualidade e Segurança durante 5 anos e agora iniciei um curso de Especialização em Engenharia de Petróleo e Gás pelo Ipetec em Macaé/RJ e São Paulo/SP e já conclui o módulo de Perfuração de Petróleo e Gás e estou me especializando neste assunto! Queria entrar nesta área como engenheiro, pois com os conceitos de gestão que possuo adquiridos em empresas de grande porte e MBA em Gestão Empresarial e fazendo a especialização de Engenharia de Petróleo e Gás rapidamente tornarei um bom profissional da área.

    Responder

  24. marco antonio f da silva:

    eu sou um guindasteiro com bastante experiencia em offshore tenho passaporte com visto em dia tenho todos os cursos em dia sparrow bsm

    Responder

  25. adelson teles dos santos:

    sou assistente de sondador com experiencia em ss e sonda terrestre.tambem fui sondador em sonda ciber em terra, e estou disponivel prá viajar ou embarcar de freelance,dependendo da necessidade.

    Responder

  26. Higor bento messias:

    OLA EU ME CHAMO HIGOR MESSIAS, SOU FORMADO EM TEC DE SEGURANÇA DO TRABALHO E TENHO STCW E ALGUNS CURSOS COMO SEGURANÇA A BORDO E INGLÊS E ITALIANO E SUPERIOR COMPLETO EM COMUNICAÇÃO…..EU GOSTARIA DE SABER COMO FAÇO PARA FAZER PARTE DESTA FAMÍLIA …POR FAVOR AGRADEÇO A ATENÇÃO DESDE JÁ.

    Responder

  27. JOSE CARLOS BEZERRA:

    Senhores .
    Eu, José Carlos Pereira Bezerra, profissional na área de Gastronomia, atuante na área a cerca de 30 anos. Profundo conhecimento em todos os seguimentos da gastronomia Internacional e Eventos. Com passagens em grandes Restaurantes, hotéis, Bufetes e Caterings.
    Responsável pelo aumento da produção em todas as Empresas que atuei. Com destaque para uma delas (Casa da Comida Catering). Essa produzia 1.000 refeições diárias, em pouco tempo da minha gestão passamos a produzir 10.000 (dez mil), refeições dia.
    Implantei uma política de trabalho onde os profissionais sob minha orientação, conseguem ter um relacionamento tranquilo com a Chefia, gerando assim maior produtividade.
    No Rio de Janeiro, implantei todo o perfil de cozinha de grandes Restaurantes e Hotéis, assim como também toda a acessória de reciclagem e preparo das equipes.
    Com passagens anteriormente (1993 a 1996) em Angola, onde atuava na NCCC – C/O Alberto Abel La Catering e Hotéis, em Cabida – Angola. MONACO PARIS
    Possuo vasta experiência em todas as áreas da Gastronomia. Italiana, Francesa, Árabe, Portuguesa Asiática Espanhola e outras.
    Tenho disponibilidade para novas negociações.
    Atualmente trabalho Eventos.
    Atuo como Chefe Executivo e Instrutor de Culinária.
    em Luanda – Angola. Em uma Empresa de Catering

    Responder

  28. Manoel Pedro Fonseca Da Rocha:

    Boa noite,sou toolpusher de N.S e s.s 6ª geração (AKER),jack-up convencional N.O,V, ONSHORE(CROSS RIG,HELITRANSPORTÁVEL SELVA AMAZONIA BRASIL0)

    Responder

  29. HELBE DE SOUZA:

    JA TRABALHO AQUI NA BAHIA COM SONDAS TERRESTRE A 6 ANOS,E GOSTARIA DE TRABAHLAR EMBARCADO,POIS PRECISO DE ALGUS EMAIL.

    Responder

  30. joace domuingos costa:

    OLA JA TRABALHO DE ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO AMAIS DE 08 ANOS TOM EM BUSCA DE TRABALHOR.CURSO DE TEC INSTRUMENTAÇÃO.ELETROTÉCNICA.NR10.CURSO DE CFW-11,KSMS.CBASE,INFORMATICA BÁSICA,INSTALAÇÃO E SERVICOS EM ELETRICIDADE

    Responder

  31. paulo sena:

    trabalhoa 15 anos em sonda de perfuraçao curso tec. atualizados com disponibilidade para viagens ou transferencia para outro estado ou pais att.

    Responder

  32. paulo sena:

    sondador em perfuracao com experiencia de 15 anos com pocos profundo curso atualizados

    Responder

  33. iannerson seara Argolo:

    Meu nome e iannerson seara Argolo tenho todos os cursos para embarque, mais ainda nao tive a experiencia de em barcar gostaria de uma oportundade tenho cbsp + heut plataformista e hotelaria meu tel. 73 36137743 73 88066156 obrigado.

    Responder

  34. Carlos Cesar Cerqueira:

    Boa noite! sou técnico mecânico de guindaste e na industria petrolífera com larga experiencia com todos os cursos em dias salvatagem etc… tenho disponibilidade de embarcar em outro pais fiquei fascinado de ver a estrutura da empresa .
    gostaria de ter uma oportunidade de fazer parte desta empresa
    obrigado
    Att Carlos Cesar

    Responder

  35. JONAS DA SILVA:

    TECNICO EM PETROLEO E GAS E HOMEM DE AREA
    ACEITO OFERTAS DENTRO E FORA DO PAIS

    Responder

  36. Matheus Araujo silva!:

    boa tarde…
    meu nome e Matheus, tenho 20 anos e sou técnico em Eletromecânica com a formação em MARÇO DE 2014, formado no IFF- Instituto Federal Fluminense, não tenho experiencia na área,possuo alguns cursos como, OPERADOR LOGÍSTICO, AUX. DE PLATAFORMA, GESTÃO ADMINISTRATIVO, INFORMATICA, E ATUALMENTE FAÇO E CURSO DE (TEC. EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL) NO INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE IFF, E TAMBÉM ESTOU CURSANDO O INGLÊS, e gostaria muito de entrar na área offshore.

    Responder

  37. Matheus Araujo silva!:

    boa tarde…
    meu nome e Matheus, tenho 20 anos e sou técnico em Eletromecânica com a formação em MARÇO DE 2014, formado no IFF- Instituto Federal Fluminense, não tenho experiencia na área,possuo alguns cursos como, OPERADOR LOGÍSTICO, AUX. DE PLATAFORMA, GESTÃO ADMINISTRATIVO, INFORMATICA, E ATUALMENTE FAÇO E CURSO DE (TEC. EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL) NO INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE IFF, E TAMBÉM ESTOU CURSANDO O INGLÊS, e gostaria muito de entrar na área offshore…

    Responder

  38. fabio agapito:

    boa noite sou eletricista com experiencia em construção de plataformas p 51 p 56, manutenção do ns roger eason noble,bgl1.
    cbsp e heut em dia .
    busco oportunidade para embarque.
    obrigado pela atenção.

    Responder

  39. julio:

    Sou soldador mig/eletroudo tenho curso e experiencia na area tenho curso cbsp e huet mais ate agora nao consegui nenhum embarque .

    Responder

  40. talvane:

    TALVANE ORNELLAS CÊRCA JÚNIOR

    Brasileiro, Data de Nascimento: 13/11/1989 Endereço: Rua Saturnino Rocha, 135, Bairro: Parada Modelo- – CEP 25940-000 Guapimirim – RJ Telefone: (021)8411-7585 / (21) 2632-4281 / (21) 7935-8588 OBJETIVO PROFISSIONAL:

    * Comprovar competência profissional e especifica, desempenhando as minhas funções determinadas com a qualidade visando não só o meu crescimento, mas também o da empresa.

    FORMAÇÃO

    * Ensino Médio Completo

    * Tecnico em mecanica – MRA Conclusao abril 2014

    CURSOS, QUALIFICAÇÕES E ATIVIDADES PROFISSIONAIS

    * CBSP- (salvatagem)- West Group

    * HUET- West Group

    * Informática Básica

    * Atendimento Telefônico

    * Taifeiro/ Noções de salvatagem- Senac Campos

    * Taifeiro SENAC Campos término dia 6 de Abril de 2012

    * Empresa: Banco do Brasil

    * Função: Aprendiz de serviço Bancário

    * Período: 01/03/2005 á 02/10/2006

    * Empresa: Unilider Distribuidora S.A

    * Função: Auxiliar de Estoque

    * Período 17/12/2007 á 15/03/2008

    * Empresa: Prefeitura Municipal de Guapimirim- RJ

    * Função: Guarda Municipal de Guapimirim

    * Período: 31/05/2011 á 10/02/2012

    * Empresa: Marfood Comércio e Serviço de Hotelaria LTDA

    * Função: Arrumador

    * Período: 02/05/2012 até o momento

    INFORMAÇÕES ADICIONAIS

    * Fácil relacionamento interpessoal, capacidade para trabalho em equipe, comprometido com o trabalho, atualizado na área de competência e focado nos resultados e acima de tudo comunicativo.

    Responder

  41. Ricardo Muricy:

    Sólida experiência profissional em gestão e controle de pessoal e material na área técnica em vários locais no grande Rio e fora. Sou formado no ensino médio na área Técnica e estou cursando graduação em Engenharia de Produção. Nos últimos nove anos, exerci diversas atividades como; gerenciamento dos serviços por equipes e áreas de atuação; controle de pessoal (produtividade/improdutividade); agendamentos de serviços e visitas aos clientes; controle de qualidade e fiscalização dos serviços no campo; entrada e saída de material (almoxarifado); gasto de material dos técnicos; ferramentas, uniforme e postura dos funcionários; admissão, demissão e treinamento de funcionários; responsável da empresa junto aos clientes. Atuando na função de Coordenação Geral. Responsável pela implementação e resultado de processos de montagem, modificação, manutenção preventiva, corretiva e preditiva em projetos de máquinas de diversos tipos.
    Envio anexo o meu currículo para fazer parte do seu banco de dados e me coloco a disposição para uma entrevista pessoal, quando poderei fornecer mais informações sobre minha experiência profissional. Acredito que sua empresa possa ter interesse por minhas qualificações.

    Cordialmente.

    Responder

  42. Ricardo Muricy:

    Área de Atuação: Coordenação de montagem Mecânica/Elétrica/Pneumática

    Formação Acadêmica:
    • Técnico de Mecânica Industrial – Nível 2º grau – Concluído – Escola Técnica Visconde de Mauá – 1978 à 1980
    • Engenharia de Produção, trancada no quarto período – Universidade Gama Filho (UGF-RJ) – Inicio em 2005
    Histórico Profissional
    Mane do Brasil como Supervisor de Manutenção e Executor dos Procedimentos de Manutenção atuação no setor de Manutenção, no sentido de melhorar a parte técnica na execução dos trabalhos e melhorando inclusive os Procedimentos de Manutenção. Especialista em Fiscalização como Técnico Mecânico Pleno.
    Atuação no levantamento de possíveis não conformidades em máquinas MB² montadas pela França, para aplicar soluções técnicas para torna-las mais produtivas. Especialista em Mecânica e Pneumática e atuação na área de Mecânica Industrial e Pneumática em máquinas na empresa Michelin. Executando montagens de máquinas e executando a prática de instrutor de Mecânica no setor AP. Elaboração e confecção de equipamentos como Coordenador Geral de Mecânica, Elétrica e Pneumática, atuação pelo período de seis anos na sede da Michelin em Campo Grande para Coordenar montagem de Máquinas pesadas de diversos tipos da nova Fábrica de Pneus GC (Grandes Cargas) e na Fábrica antiga CGR no Brasil; Coordenação de implantação de máquinas, desde a Topografia até a entrega para R1 e seu funcionamento; Gestão das equipes, chegando estas a cento e vinte funcionários; Inspeção, testes e elaboração de possíveis modificações de equipamentos para melhorar a sua produtividade; Apresentações para a Gerência do andamento dos projetos para a qualificação das máquinas; Elaboração de escopo e riscos de segurança envolvidos; Estudo e confecção de Cronograma para modificações de doze conjuntos de máquinas de Pneus Gigantes (PAP e BNS), tanto na parte elétrica, Pneumática, Serralheria e Mecânica, para trabalho de duração de doze meses; Coordenação de equipes em Itatiaia, na construção da nova fábrica com implantação de diferentes tipos da máquinas em vários setores; Elaboração e desenvolvimento de Plano de Manutenção Preditiva e Preventiva para vários setores na Procter & Gambler. Coordenador de Qualidade onshore, confecção de documentos para a Fiscalização (EPS, RQPS, IEIS); Avaliação e descriminação de Relatórios de qualidade dos Consumíveis utilizados; Controle de documentos como Relatórios de LP/US em todas as obras; Elaboração de relatórios técnicos, para o setor de Terceirizados na Petrobrás; Elaboração, Conferência e Assinatura com Crea nos Data Book.
    Cursos extracurriculares
     Workshop Eletromecânico e Eletrônico – SEW EURODRIVE – 2006 Michelin
     Cronometrísta – 1979 Senai-RJ
     NR 5 – 4/2007 Eco Ambiental
     NR 10 – 05/2010 Variac
     CQ ligados a ISO 9001 – 03/1996 Cisper
     Mergulhador para projetos em base de plataforma – 02/1982 Aqualang
     Tecnologia de Rolamentos SKF – 10/1987 SKF
     Relações Humanas – 07/1985 e 09/1987 Senai-RJ
     Desenvolvimento de Supervisores – 07/1985 Senac-RJ
     Ligas Micropulverizádas – 05/1986 Eutetic e Eutalloy
     Básico de Ensaios Não Destrutivos – 05/2005 Senai-RJ
     Ensaio visual de solda (END) – 06/2005 Senai-RJ
     Automação Pneumática Básica – 06/2010 RSA Pneumática
     Informática – Usuário: Windows ( Excel (Avançado), Word (Avançado), Outlook Express e Internet)
     Aperfeiçoamento de Mecânica (MM1) – 01/2013 – 45 dias – Michelin – Metrologia / Linguagem de desenho técnico / Tolerâncias e ajustes / Rolamentos, tipos e suas aplicações / Elementos de montagem / Características de uma rosca / Metais ferrosos e não ferrosos e suas características / Transmissões de movimentos por correia, correntes e engrenagens /Transmissão por fricção / Ensaios sobre metais / Buchas expansíveis / Lubrificação e classificação geral dos lubrificantes / Vedação estática e dinâmica / Tratamentos térmicos / Dispositivos de guiamento lineares de curso limitado / Ferramentas de corte manuais Velocidades de corte, rotação e avanço / Montagem dos anéis de rolamento e montagem com prensa e Montagem dos casquilhos / Travamento das roscas e preparação das superfícies / Regulagem e alinhamento de engrenagens / Torques de aperto e uso de Torquímetro.

    Cursos ministrados na Escola Técnica
     Resistência dos materiais – 1979 – 90 Horas ETEVM
     Elementos de Máquinas – 1979 – 90 Horas ETEVM
     Motores de combustão interna – 1980 – 80 Horas ETEVM
     sistemas Térmico e Hidráulico – 1980 – 60 Horas ETEVM
     Tecnologia – 1978/79/80 – 120 Horas ETEVM
     Projeto – 1978/79 – 150 Horas ETEVM
     Eletricidade – 1980 – 60 Horas ETEVM
     Metalografia – 30 Horas ETEVM
     Metrologia – 1978/79/80 – 120 Horas ETEVM
     Fresagem – 1979 – 50 Horas ETEVM
     Soldagem – 1978 – 30 Horas ETEVM
     Fundição – 1979 – 45 Horas ETEVM
     Ajustagem – 1978 – 35 Horas ETEVM
     Marcenaria – 1978 – 30 Horas ETEVM

    Responder

  43. Alessandro Rodrigues:

    Bom dia, sou Contramestre, mas procuro vaga de Marinheiro de Convés, 34 anos, solteiro, sem filhos, CBSP/HUET, ECIN, ESPE, EPBS, ESRS, NR’S 10 e 33, vacina de febre amarela em dia, experiência em PSV e Navio Graneleiro de 1 ano. Disponível para contatos.

    Responder

  44. ricardo:

    ola muito boa tarde sou chefe de cozinha e gostaria saber como concorrer para trabalhar nos barcos de pesquisa ou de perfuraçao como chefe de cozinha

    Responder


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