“Causos” de Bordo I: Conflitos e Diferenças Culturais

qua, ago 8, 2012, 2.244 views

Ciaga/Ciaba, Convés, Destaques, Emprego, Navegação, Rádio Cipó  

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por Ricardo Mingordo

Há ocasiões em que mesmo em uma tripulação só de brasileiros, acontecem conflitos devido às diferenças regionais deste país tão extenso, ou mesmo devido às crenças, valores e preconceitos de cada um. E a coisa pode ser divertida ou estressante, dependendo do ângulo em que se vê:

A Maniçoba do Oficial de Náutica

Um colega, oficial de náutica paraense, embarcou trazendo uma panela congelada de sua iguaria preferida, uma espécie de sopa de ervas chamada de “Maniçoba”. Colocou aquilo pra descongelar na geladeira e foi dormir. Dia seguinte, pela manhã, o Chefe-de-Máquinas, um paulista que nunca tinha visto aquele prato, estranhou o aroma e a aparência ao se deparar com a panela na geladeira.

- Tem coisa podre aqui! – E jogou no lixo a maniçoba, achando que estava fazendo o certo.

Mais tarde, quando o dono da sopa chegou e não a encontrou, armou-se a confusão, até com acusações de existência de discriminação do pessoal do norte a bordo.  Demorou um pouco até tudo se esclarecer e os ânimos se acalmarem.

O Arremesso de Farinha d’água

Outra fonte de humor a atritos era a farinha d’água, também chamada de “maionese”, uma farinha de grãos enormes e duros, que costuma acompanhar quase tudo, de feijoada a abacate. É um costume alimentar antigo e muito presente. Mas tinha um comandante paraense que morava no Rio e queria criar seus filhos  como se fossem cariocas, sem sotaque e sem os hábitos da família, que era toda de Igarapé-Açú, no Pará. Tudo ia bem até que os garotos foram a bordo e de repente o comandante entra na copa e se depara com um oficial de náutica ensinando aos meninos como misturar abacate com farinha e pior, como comer farinha pura com as mãos, arremessando-a para a boca sem perder um só grão. Não preciso dizer que o capitão ficou desnorteado:

- Fulano, o que você está fazendo com os meus filhos? Depois, vão querer fazer isso em casa…


Um Amor em cada Porto

Outra crença antiga entre a gente de terra é que o marinheiro tem um amor em cada porto, algo realmente fora da realidade, com estadias cada vez mais curtas nos portos, sem falar do grande contingente de tripulantes que embarcam no offshore, indo do embarque direto para casa e depois  de volta ao barco.  Mas presenciei uma única vez, uma vez só, um fato que se alinhava com a antiga crença: Um oficial já de seus 50 anos, viajou por cerca de um mês com sua mulher e filho, desembarcando-os em Salvador. No próximo porto, Belém, eis que ele surge a bordo com outra mulher e dois filhos, apresentando-os como a sua família. Todos ficaram surpresos mas se calaram. Logo que o navio saiu, o Capitão, que era realmente muito sério e honesto, chamou o dito cujo ao camarote e esfregou sua cara na antepara, quase desembarcando-o no caminho, pela conduta imoral. Hilária foi a cara do oficial, que achava aquilo algo natural e não entendia como o Capitão podia ficar incomodado com aquela situação.

O Halterofilista Naval

Mas um coisa realmente ridícula é o tripulante que se acha um “levantador de navios”, ou “halterofilista naval”, ou ainda, que quer que outros o sejam. Pode ser aquele que se gaba de que o barco só funciona com ele embarcado, e que quando ele está de folga, tudo desanda. Às vezes não passa de um engatilhador, e aí quando ele se afasta, a coisas sobram para quem o rendeu.

E quando é o Comandante que quer que você seja o halterofilista de bordo? Teve uma vez que fui safar por 10 dias a ausência de um imediato e a primeira coisa que o Comandante me disse foi:

- Imediato, o navio está caído, você tem que levantar as coisas. Tem muita ferrugem, vazamentos, e isso, isso, isso, blá, blá, blá…. Tô avisando, levanta o navio!

Acho que devia ter ido pegar minha malha de ginástica para “levantar” aquele peso todo. Felizmente o Comandante regular do navio voltou e o chato foi azucrinar em outra freguesia. Rsss


Os lábios de Amianto do Comandante

Soube de uma maldade que um taifeiro fez com o capitão, mas ele, claro, só me contou isso tempos depois, quando já tínhamos desembarcado. Este Comandante era gente boa, mas por algum motivo, estava de birra com o taifeiro, toda manhã reclamando que o café estava frio. Certo dia, o taifeiro colocou a xícara emborcada sobre a chapa de fazer sanduíche e, quando estava bem quente, serviu o café. Claro que queimou os lábios do Capitão, que curiosamente, não deu o braço a torcer e nem reclamou da xícara quente.

A Preguiça que pagou o Pato da Intolerância

Imagine um cozinheiro gay e um taifeiro homofóbico no mesmo barco. Agora imagine-os dividindo o camarote. Está formada a confusão. Piadinhas, arengações, reclamações com o Imediato, etc. Mas não teve jeito, tiveram de ficar juntos. O clima começou a esquentar quando o cozinheiro comprou uma preguiça (aquele bichinho que fica um tempão paradinho na árvore) no mercado Ver-o-Peso em Belém e a levou para bordo.  No meio da viagem, a preguiça sumiu. Dado o alarme, fez-se a busca e o bichinho não foi encontrado a bordo, dando-se por desaparecido no mar. Colocando a culpa no taifeiro, o cozinheiro pegou a carteira com todos os documentos do colega e atirou-a ao mar. Desandada de vez a situação, só restou ao capitão desembarcar os dois, antes que a coisa ficasse trágica. E a coitada da preguiça foi quem pagou o pato…

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27 Respostas para ““Causos” de Bordo I: Conflitos e Diferenças Culturais”

  1. princesatug:

    já presenciei a bordo em angra “terminal tebig” um mestre que se gabava e dizia que tudo o “homem gosta dele” o homem era o gerente” ele é um cara iguinorante e marrento, os mestres mais novo ” de caaq” tinha medo dele e o mesmos fazia um “inferno no terminal tehig, porem como bom “Angrence” tinha alguem na casa dele que não tinha medo dele o Ricardão…

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  2. tiago barros lobo:

    Brasil varias culturas, varios preconceitos!!!

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  3. Erik Azevedo:

    Matéria sensacional, muito bem escrita, e com causos bem interessantes, que realmente ocorrem no dia a dia marítimo.

    Parabéns ao Ricardo mandou muito bem!
    Abraço

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  4. Fernando Ferreira:

    Nortista tem preconceito contra o próprio nortista, e agora tudo virou preconceito já repararam?

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  5. antonio:

    SE FOR CONTAR OQ JA VI A BORDO!!CADA UMA PIOR QUE A OUTRA…

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  6. luiz afonso castro de souza:

    maniçpba não é sopa

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  7. Breno Bidart:

    Adorei a matéria.
    Conheci um Comandante que quando embarcava um paraense ele ficava de olho. Se o sujeito não gostasse de farinha ele ficava cabreiro, dizia que o sujeito era mal caráter e que não era de confiança. Na sua concepção, quem não honra as suas culturas e tradições não tem personalidade e não é digno de confiança.NA VERDADE, ALGUNS PARAENSES, SENTEM VERGONHA DE COMER FARINHA NA FRENTE DO PESSOAL DO SUL E SUDESTE.
    Não tem coisa pior que chimarrão, aquilo é horrível. O gaúcho leva para bordo e consegue convencer todo mundo a dar uma pitada.No final do período está todo mundo comprando cuias e tomando chimarrão hehe.
    Meu pai era militar e serviu alguns anos no norte, quando eu era criança.Morei em Belém, Santarém e no antigo território do Amapá. Até hoje eu só consigo comer com farinha. As vezes importo do Pará a farinha d’gua( essa grossa que mostra na foto).NÃO CONSIGO TOMAR O AÇAÍ QUE É VENDIDO AQUI NO SUDESTE.O que se vende aqui pode ser qualquer coisa, menos açaí.Misturam com um monte de porcarias que tranforma o sabor. Açaí se come com farinha e pirarucu, ou só com farinha d’gua.

    Breno Bidart

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    • Adriana Oliveira TAA Belém Pará Brasil:

      Isso mesmo Breno.
      Sou paraense , papa xibé(água com farinha ), com um orgulho pai dégua(muito bom, legal) de poder fazer parte de um lugar que é muito exótico , com diversidades na culinária , frutas, rítmos…
      Trabalho na cozinha como TAA, sempre ouvindo carimbó, tecnobrega ,som das aparelhagens…
      Eu me divirto com os colegas quando estão me apurrinhando(perturbando)), sobre o nome dos peixes como ´bacú, baiacú, pirarucú, tucunaré, curimatã… ,é uma encarnação (gozação) quando eu falo que tá pitiú (mal cheiro do peixe), minha farinha de tapioca chamam de isopor, farinha dágua pra mim tem q ser caroçuda mesmo, e o açai , realmente não se mistura com fruta nenhuma.

      “Põe tapioca, põe farinha dágua
      põe açúcar , ou não põe nada,
      come ou bebe como um suco,
      eu sou muito mais q um fruto,
      sou sabor marajoara, sou sabor marajoara
      sou sabor…”

      Eu já trouxe pra bordo o tucupi, jambú, goma , camarão pra fazer meu tacacá, e não esqueci a cuia pra tomar. Também touxe minha maniçoba congelada.
      Temos q ter respeito e admirar as diferentes culturas em nosso país ,
      somos todos uma só nação, q não haja lugar pra discriminação, preconceito.

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      • Breno Bidart:

        KARAKOLIS ADRIANA, FINALMENTE APARECE UMA PARAENSE DE VERDADE.DA MESMA MANEIRA QUE EXISTE O FALSO VAPOZEIRO, EXISTE O FALSO PARAENSE.TENHO 2 IRMÃOS MOCORONGOS( PARA QUEM NÃO SABE, MOCORONGO É QUEM NASCE EM SANTARÉM).
        SEMPRE QUANDO O NAVIO IA A BELÉM A PRIMEIRA COISA QUE EU FAZIA ERA IR NO VER-O-PESO TOMAR AÇAÍ E COMER PEIXE ( DOURADA E FILHOTE, PRINCIPALMENTE).
        QUANDO EM BELÉM FICO O TEMPO TODO SÓ TOMANDO TACACÁ, AÇAÍ E COMENDO OS MELHORES PEIXES. DEPOIS PASSO PARA OS SORVETES. A CULINÁRIA DO PARÁ É A MAIS GOSTOSA E MAIS RICAS DO BRASIL. NEGO SÓ FALA DA FARINHA.SE EU FOSSE FAZER UMA RELAÇÃO AGORA IA COMETER UMA INJUSTIÇA.
        POUCA GENTE SABE QUE NA DÉCADA DE 70 HOUVE UMA PROIBIÇÃO DE VENDER FRUTAS DO PARÁ EM ALGUNS PAÍSES EUROPEUS. O PROBLEMA QUE AS FRUTAS ERAM TÃO SABOROSAS E CHEIROSAS QUE TIRAVA A ATENÇÃO SOBRE AS OUTRAS NATIVAS DA REGIÃO ONDE ERAM VENDIDAS.
        IGUARIA IGUAL PIRARUCÚ COM AÇAÍ SÓ NO PARÁ HEHE,O PIOR DE TUDO É QUE SOU CARIOCA DA GEMA HEHE.
        EM 1966, PRIMEIRA VEZ QUE FUI EM BELÉM, AS BARRACAS DO VER-O-PESO TINHA SUA COBERTURA DE “PALHA” E ERAM TODAS DE MADEIRA E NÃO TINHA ÁGUA CORRENTE OU ESGOTO, SEMPRE QUE EU IA AO CENTRO,COM MEU PAI, EU TINHA 6 ANOS,SEMPRE SABOREAVA UMA IGUARIA DIFERENTE. O MAIS INTERESSANTE DE TUDO É QUE SE VC FOR HOJE NO VER-O-PESO, DE MADRUGADA, VAI ENCONTRAR MAIS TURISTAS DO QUE MORADORES LOCAIS.

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      • Ricardo souza:

        irmão vc pode ser ate de marte so não pode ser catarina,essa raça abordo,não vale nada e um bando de cachorro passa fome fofqueiro..

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  8. Mestre Otero:

    Coisa séria meus amigos, alguns anos atrás trabalhava num PSV e CZA nenhum vingava, navio novo 1º tripulação, pessoal se conhecendo… mistureba total. Indianos, mineiros, paraibanos, paraense, catarinense, paranaense, pernambucano e fluminense. Doidera, mas todo mundo se entendia. No terceiro embarque veio o terceiro CZA, negro, mangueirense, “atleta”, e o melhor, metido a cozinheiro francês! O sujeito fazia o picado e ficava ao lado da bancada observando o pessoal se servir e acompanhando a degustação do melhorado. Os nordestinos comiam tudo com farinha o que o deixava P. da vida. Os dias foram passando e ele ja não conseguia mais esconder sua fúria, até que num certo dia ele fez um delicioso arroz piamontese… pra quê!? O pernambucano marinheiro de máquinas como fazia sempre encheu o prato botou feijão e completou com farinha!!! O homem (CZA) surtou! jogou todos os pratos da bancada gritando que não aguentava mais correu pra cozinha pegou o cortador de pizza e saiu em disparada pra furar o bucho do pobre pernambucano. Trágico e hilário, o que fazer? correr pra ajudar ou cair na gargalhada? os dois. Emfim, o MNM pernambucano foi isolado até atracar-mos em Macaé pra desembarque do cuca. Já pensou se fosse a faca no lugar do cortador de pizza? seria só trágico. Temos que respeitar e não exagerar bem como ter muito jogo de cintura pra evitar situações de conflitos. Saudações marinheiras a todos.

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    • José Ferreira:

      Amigos cozinheiros:
      Vamos com calma em todas as situações, sou cozinheiro também e já fizeram de tudo com meu rango, mas que importa? cada um com seus costumes, culturas, geitos. O mais legal de tudo, é que vivemos em um pais com uma diversidade muito grande. Quando estamos a bordo é para fazer nosso trabalho da melhor maneira possível agora, como vão comer, é problema de cada um, todos nós só estamos aqui com um único propósito: o dia 30 de cada mês. Lembre-se de que em casa temos uma familia que nos aguarda temos uma vida vida a ser vivida. A paz e o respeito a bordo é a certeza de que poderemos viver essa vida que nos espera lá fora, quando finalmente chega nosso dia de folga. Abraços a todos e que Deus abençõe a todos os maritimos, nos quarde e nos livre em todas as situações. Amém

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    • Otaviano:

      Pois é campanha, eu sou CZA, mas em todo navio que trabalho procuro fazer o melhor levando até livro de receitas. Sem me importar como a tripulação vai degustar o picado os deixo à vontade. No entanto, o maior problema à bordo é que todos são cozinheiros,e, nos criticam muito quando erramos por um dia que seja. Mas não justifica essa violencia à bordo, pois eu já aprendi: “Coma, morra ou desembarque”! rsrsrs.

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  9. princesatug:

    o maior problema a bordo quando o GERENTE DE FROTA INTERFERE !!!!!!!!!, CLARO QUE SEMPRE DA RAZÃO PARA OS CMTS ANALFABETOS…GRENSESSSSSSSSSSS

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  10. blogsprotetores:

    a pior coisa no meio maritimo são os puxa sacos que adoram o s gerentes e causam medo nas tripulações (pois tem aval dos gerentes ” que sabem das falcatruas”"

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  11. vascozao:

    conheço esse Angrence,,,vive baixad..

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  12. itacura:

    em toda empresa tem isso, até em bases das empresas ocorre isso, já vi gente ser mandado embora pois “prejudicava esquemas” no apoio portuarios

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  13. Breno Bidart:

    Eu era efetivo,como 1OM, de um navio, e não existia Chefe de Máquinas efetivo. Com relação as prioridades jamais dei a perfumaria.Atacava com gosto a manutenção.Não vivia pintando a praça de máquinas.Dei sorte, no início, de pegar uns OSM comedor de ferro que queria sempre a manutenção em dia. já, no finalzinho, depois de uns dois anos, chegou um OSM que sua meta era a perfumaria.Mandou parar toda a manutenção e se concentrou só na limpeza e na pintura( principalmente a pintura). Começamos a pintar a praça de máquinas, começando pela chaminé.Não sobrou mais tempo para a manutenção.Como o navio era muito velho, começou a pegar tudo. A praça de máquinas ficou linda e o navio começou a parar direto. Depois de uns 3 ou 4 meses eu via o OSM o tempo todo ligando para a empresa se gabando que estava levantando o navio. O responsável pelo navio, de terra, era um 1OM muito competente. Eu, com sarcasmo, dizia a ele, ” o navio está ficando lindo” e ele colocava a mão na cabeça e dizia: Meu Deus, não fui eu que fiz a merda de mandar esse doido para cá, agora não sei como me livrar dele. Por sorte fui “convidado” a ir para outra unidade da empresa.
    OS PSUDOLEVANTADORES DE NAVIO NORMALMENTE SÃO FIGURAÇAS.

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  14. LOPES:

    Muito bom já tive o desprazer de trabalhar com esse tipo de gente ,é um especilaista em fazer gatilhos e quando tem um gerente por perto sai de baixo, pois só existe ele , tem qualificação em passa o servviço para os outros com os gatilhos que só ele mesmo conhece , pois foi o prórpio que o fez , o pior é em estaleiro que para demostrar que trabalha só falta lever o motor principalna cabeça , acha uma qualidade ser chamado de homen cavalo , mas esquece que sua coluna é normal e não de um mutante , a falta de conheceimento cultural faz com isso aconteça , já vi muitas coisas que resume bem o que vocês relataram parabéns !

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  15. ON Kruger:

    Aquela da farinha d’agua lembra-me uma ocasiao em que a sobremesa era mamão papaya e resolvi salpicar um pouco de canela em pó. Pra que? O colega lá das cabeceiras se escangalhou de rir pelo fato em si. Fiquei na minha e degustei o guisado. Dias depois a sobremesa era melão e o mesmo colega serviu-se e logo depois foi ao camarote de lá trazendo a tal farinha e escondendo o pedaço de melão embaixo dela.
    Quem quase morreu de rir foi eu

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  16. Coelho Gross:

    uahuhuhhuhauha Só historia interessante.

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  17. sergio mnc:

    OS MORTA-FOME GRINGOS DEFENDEM O SEU POIS LA NÃO TEM COMIDA NEM DINHEIRO ! PUXAM SACO MESMO.

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  18. Ricardo souza:

    So tenho a dizer,que abordo se tiver a praga dos catarinas e um verdadeiro inferno,eles são um bando de puxa saco,passa fome que baba ovo do comando em tudo,muito cuidado amigo da mercante ,quando cruzar com um catarina abordo.

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  19. Marcelo:

    Primeiramente gostaria de parabenizar o post, muito bem feito.
    Não sou do meio marítimo, mas gosto de visitar o site. Logo, gostaria de saber a que se refere o nome “Catarina”.

    Abraço a todos!!

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  20. roberto carlos mariano:

    com maniçoba da isto imagine com outra lingua,o problema e so cultural,pois ok falta e so nos brazuca ler mais sobre a cultura do nosso pais.e que todos se entenda e curtao o nossso pais que e lindo.

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